(Source: gp-gifs)


6 months ago / 307 notes / © gp-gifs / Reblog

listentodeargod:

Me apeguei a você de tal forma que você passou a dominar meus pensamentos e meu coração.Me apeguei tanto a você ao ponto de contar cada segundo para lhe ver.O pequeno afeto que eu sentia por você se transformou em um amor tão imenso e tão intenso que mal cabe dentro de mim.Minhas mãos nas tuas,teus lábios nos meus,o calor do teu corpo me aquecendo,risadas por coisas bobas,as cocegas,as juras de amor,tudo isso me torna feliz,e eu quero isso pra toda a minha vida e enfrentaria o mundo inteiro se preciso for(…)A nossa historia não vai ter fim.

listentodeargod:

Me apeguei a você de tal forma que você passou a dominar meus pensamentos e meu coração.Me apeguei tanto a você ao ponto de contar cada segundo para lhe ver.O pequeno afeto que eu sentia por você se transformou em um amor tão imenso e tão intenso que mal cabe dentro de mim.Minhas mãos nas tuas,teus lábios nos meus,o calor do teu corpo me aquecendo,risadas por coisas bobas,as cocegas,as juras de amor,tudo isso me torna feliz,e eu quero isso pra toda a minha vida e enfrentaria o mundo inteiro se preciso for(…)A nossa historia não vai ter fim.



(via renatamachadoo)



Aquele momento quando sobra uma única fatia de pizza na mesa 

(  ) Vou deixar para outra pessoa, afinal, também devo dividir.

(XXX)

(Source: gabrielcezar, via soeverybodylies)


7 months ago / 9,038 notes / © gabrielcezar / Reblog

"Todo mundo vai te decepcionar, sabia? Sua mãe, seu pai, seu marido, sua amiga, seu vizinho. Todo mundo um dia vai fazer uma merda federal e ferrar com tudo que você sonhou. A gente tem tantos sonhos, tantas verdades floridas e bonitas. Meu Deus, como eu queria uma vida cheia de cor. Meu Deus, como eu queria uma realidade mais doce. Mas não. A vida é meio amarga, azeda, meio de verdade. Isso assust…a, assusta, mas a gente precisa ser forte." — Clarissa Corrêa (via distorcido)

(Source: dearwoman, via revigora)


7 months ago / 4,238 notes / © dearwoman / Reblog

(Source: apenastenhafe)


7 months ago / 125 notes / © apenastenhafe / Reblog

(via please-whisky)


7 months ago / 38,878 notes / © againbelieve / Reblog

Enquanto isso numa ”reunião” em família… 

unicornio-maldito:

Minha tia chega e me pergunta:

Minha mãe se intromete e diz:

Ela responde:

Eu:

Ela:

Eu:

Aí chega meu pai, pra botar lenha na fogueira:

Minha tia:

Minha mãe:

(youmakemewhoiam)

(via mydreamsonyourside)



enjoyordieregretting:

Havia sempre uma menina no ônibus. Era a primeira a entrar, e a última a sair. Sentava-se sempre na janela e sorria do nada, parecia feliz sempre. Uma mulher sempre a observava desde que percebeu sua presença naquele mesmo ônibus, naquele mesmo lugar, todos os dias que ia trabalhar. A via sorrir, mas também a via ficar triste. Não a entendia…

Em um dia de folga, a mulher pegou aquele mesmo ônibus na esperança de encontrá-la, e encontrou. Esperou ter a chance de sentar ao seu lado. Via que havia um velho homem que conversava com ela, fazia ela rir e se interessar pelo que dizia. Sempre o via… Assim que aquele velho homem desocupou o lugar ao lado da menina, a mulher se sentou. Olhou para a menina de bochechas rosadas, dando-lhe um sorriso gentil, que teve o mesmo retribuído por um sorriso meigo, um tanto tímido, vindo da menina.

— Belo dia, não achas? — Disse a mulher.

— Sim, muito…

— Te observo todos os dias aqui. Sempre que vou trabalhar, eu te encontro. Sempre que saio de meu expediente, eu a encontro.

— Estranha coincidência… — a menina sorriu — Nunca lhe vi.

— Qual seu nome? — A mulher questionou.

— Julia… Esse é meu nome! — respondeu a menina com um sorriso.

— E então, Julia… O que fazes nesse ônibus todos os dias? — Indagou a mulher repleta de curiosidade.

Indo para um encontro, senhora.

A mulher conseguiu falar com a menina, mas já era tarde. Havia chegado à última parada daquele ônibus, e as duas saíram junto com mais três passageiros que estavam ali. A menina se despediu da mulher que estava mais confusa ainda… Encontro? Todos os dias? Como? A mulher apenas caminhava lentamente, pensativa. Percebeu que ali haviam algumas pessoas que olhavam a menina com uma expressão de pena… Então, a mulher foi em direção a uma senhora que olhava a menina de um jeito meigo, como se tivesse um carinho enorme por ela.

— Olá, senhora. — Saudou a mulher.

— Olá! Eu a conheço? — Indagou a doce senhora.

— Não, mas… — Foi interrompida.

— Já sei, é sobre a menina?

— Sim, você a conhece?

— Como ninguém…

— O que há com ela? — Indagou com curiosidade.

— Saudades…

— De quem?

— De seus pais… Tanto sofrimento de perda a fez muito mal, e agora só faz isso.

— Por que ela não seguiu a vida? Enlouqueceu?

— Ela perdeu a memória quando tentou se matar, tadinha da minha doce Julia… — sentindo um aperto no peito, logo prosseguiu — A única coisa de que se lembra, é disso, de ela vindo encontrar seus queridos pais.

— Como a senhora sabe de tudo isso?

Sou a avó dela… Uma lágrima percorreu seu rosto com poucas rugas, e com a voz trêmula, prosseguiu. — Sabe o que é pior? Ter que se conformar em perder uma bela filha e um querido genro por culpa de um roubo que terminou trágico… E saber que sua única neta, não sabe mais nem quem eu existo…

A mulher sentiu um aperto gigante no peito, e um nó na garganta. Mordeu seu lábio inferior que estava trêmulo, apenas conseguindo soltar palavras em um tom frágil.

— Que tristeza, senhora…

— Acho que você deve ter visto algumas vezes um senhor sempre ao lado dela… — a senhora respirou fundo — é meu marido, ele vive contando histórias para ela, as mesmas que contava quando Julia era criança.

— E você, o que faz por ela?

— Me sento ao lado dela naquele ponto de ônibus, — disse apontando para o outro lado da rua, onde Julia já estava sentada — eu converso com ela enquanto ela espera o próximo ônibus, o de volta…

— Va lá então, doce senhora. — A mulher sorriu com lágrimas nos olhos — Sua neta está à sua espera… Eu nunca vou me esquecer do que me contastes.

A doce senhora limpou as lágrimas, olhou para cima, respirou fundo e foi em direção à sua neta. A mulher via com nitidez o seu sorriso realmente feliz, mas amargurado quando ficou próxima à sua querida Julia. A mulher saiu daquele lugar, sentou-se em um banco de praça. Olhando para o nada, ela se relembrava daquele dia todo, a cada detalhe… Percebera também que aprendera lições, como por exemplo:

  • Nunca se sabe quando será a última vez que iremos ver quem amamos.
  • Que se você planeja algo, mas aquilo dá errado, pode ter consequências gravíssimas.
  • A cura de seu sofrimento poderá causar dores horríveis, e sofrimentos inexplicáveis em outros.
  • Por fim, que o amor existe, basta enxergar ao seu redor. Pequenos gestos, grandes feitos.

E quando havia se dado conta, ela olhou para frente e ali passou Julia com sua avó do lado. Dentro daquele ônibus, no mesmo lugar de sempre. A mulher apenas sorriu e jamais se esqueceu daquela belíssima história trágica.



(via semacucarporfavor)



Eu te amei muito. Nunca disse, como você também não disse, mas acho que você soube. Pena que as grandes e as cucas confusas não saibam amar. Pena também que a gente se envergonhe de dizer, a gente não devia ter vergonha do que é bonito. Penso sempre que um dia a gente vai se encontrar de novo, e que então tudo vai ser mais claro, que não vai mais haver medo nem coisas falsas. Há uma porção de coisas minhas que você não sabe, e que precisaria saber para compreender todas as vezes que fugi de você e voltei e tornei a fugir. São coisas difíceis de serem contadas, mais difíceis talvez de serem compreendidas — se um dia a gente se encontrar de novo, em amor, eu direi delas, caso contrário não será preciso. Essas coisas não pedem resposta nem ressonância alguma em você: eu só queria que você soubesse do muito amor e ternura que eu tinha — e tenho — pra você. Acho que é bom a gente saber que existe desse jeito em alguém, como você existe em mim.”- Caio Fernando Abreu.


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